CWOM, ou Cisco Workload Optimization Manager, é uma solução de software projetada para otimizar cargas de trabalho, desempenho e utilização de recursos em ambientes de TI corporativos — incluindo infraestruturas on‑premises, híbridas e em nuvem — por meio de análise contínua, visibilidade completa e recomendações automatizadas.
O que é o Cisco Workload Optimization Manager?
O Workload Optimization Manager (CWOM) é uma plataforma inteligente que atua como um “mecanismo de decisão em tempo real”, coletando dados de toda a pilha de infraestrutura — servidores, rede, armazenamento, aplicações — para monitorar, analisar e otimizar a alocação de recursos e a performance das cargas de trabalho.
- Visibilidade full‑stack: análise integrada de recursos de TI, incluindo VMs, armazenamento e aplicações.
- Análise em tempo real: coleta contínua de métricas e tendências de utilização para decisões proativas.
- Recomendações automatizadas: fornece ações sugeridas para melhorar desempenho e eficiência.
- Ações automatizadas: em alguns cenários, o CWOM pode executar mudanças para ajustar cargas e alocar recursos sem intervenção manual.
Principais funcionalidades:
O CWOM combina análise, automação e visibilidade para garantir que aplicações tenham os recursos necessários, com custos otimizados:
- Monitoramento contínuo: acompanha performance e utilização de CPU, memória, rede e armazenamento em tempo real.
- Simulações de cargas: permite simular cenários de produção para planejar migrações ou atualizações de infraestrutura.
- Otimização multi‑ambiente: funciona tanto em data centers tradicionais quanto em ambientes híbridos e em nuvem pública.
- Balanceamento de recursos: recomenda ou executa redistribuições de cargas para evitar gargalos e melhorar SLAs (Service Level Agreements).
Benefícios para a operação de TI:
A adoção do Cisco Workload Optimization Manager traz diversas vantagens para equipes de operações e infraestrutura:
- Melhoria na eficiência: uso mais inteligente dos recursos de processamento, memória e armazenamento.
- Redução de custos: evita superprovisionamento e desperdício de capacidade.
- Desempenho garantido: assegura que aplicações críticas tenham recursos suficientes para funcionar conforme esperado.
- Planejamento mais assertivo: simular mudanças na infraestrutura antes da implementação real.
Como funciona o CWOM
O CWOM coleta dados de toda a infraestrutura e utiliza um motor de análise para identificar pontos de otimização e apresentar recomendações de ação. A solução pode ser integrada com outras ferramentas de gerenciamento de infraestrutura e automação — inclusive em ambientes híbridos com nuvem pública — para aplicar ajustes em tempo real ou sugerir melhorias.
- Motor de análise inteligente: correlaciona métricas de desempenho para identificar gargalos e oportunidades de otimização.
- Decisões automatizadas: ações pró‑ativas para realocação de workloads e ajuste de recursos.
- Integração com Cisco UCS e outras plataformas: suporte a ambientes Cisco e componentes de infraestrutura relacionados.
Estado do produto e transição
A Cisco anunciou o fim de venda (end‑of‑sale) do Cisco Workload Optimization Manager e de soluções correlatas, com suporte continuado até os respectivos prazos de fim de manutenção e fim de suporte. Clientes estão sendo orientados a considerar a migração para soluções como IBM Turbonomic, que é a tecnologia subjacente utilizada pelo CWOM e que continua a evoluir em formato SaaS e híbrido.
- End‑of‑sale: produto não está mais sendo comercializado após datas definidas pela Cisco.
- Fim de suporte: suporte técnico e atualizações estão disponíveis até datas específicas conforme políticas de ciclo de vida.
- Migração recomendada: transição para IBM Turbonomic para continuidade das capacidades de otimização.
Aplicações típicas
O CWOM é aplicável a ambientes de TI empresarial que buscam:
- Operar data centers dinâmicos: com múltiplas VMs, servidores físicos e camadas de aplicações.
- Gerenciar ambientes híbridos ou multicloud: visibilidade unificada de cargas e recursos em diferentes plataformas de execução.
- Otimizar performance de aplicações críticas: evitando gargalos e melhorando a entrega de serviços.
- Reduzir custos operacionais de infraestrutura: alocando recursos com precisão.